Emprego: Erros que farão seu currículo ser eliminado em qualquer processo seletivo

Autor: N1 BAHIA - Com informações de Exame

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Emprego: Erros que farão seu currículo ser eliminado em qualquer processo seletivo
Emprego: Erros que farão seu currículo ser eliminado em qualquer processo seletivo – Foto: Reprodução

Emprego: Erros que farão seu currículo ser eliminado em qualquer processo seletivo.

Se você busca vaga de emprego deve ficar por dentro de todos os detalhes que envolvem um processo de seleção. Um dos pontos mais importantes é a forma como seu currículo é feito, antes mesmo de enviá-lo. Essa matéria vai te alertar sobre os erros mais comuns que farão seu currículo ser eliminado em qualquer processo seletivo.

Alguns detalhes são sutis. Até um elemento tão simples quanto a fonte do texto, como a clássica Arial ou a detestada Comic Sans, pode transmitir mensagens subliminares sobre quem é a pessoa por trás do documento.

Outras variáveis, mais evidentes, podem comprometer seriamente as suas chances de contratação. Confira a seguir 6 erros mais comuns que os recrutadores não perdoam:

1. Ausência de informações para contato

Pode parecer óbvio, mas muitos profissionais que buscam emprego se esquecem de incluir dados básicos sobre si mesmos no CV. Nunca esqueça: no documento não podem faltar nome completo, bairro de residência, e-mail e telefone.

Outro detalhe importante é colar o endereço do seu perfil no LinkedIn, caso você possua – uma ferramenta essencial para conhecer as conexões do candidato e avaliar seu cuidado com a própria identidade na internet. Se você não incluir esse link, fica difícil encontrá-la na rede social, principalmente se ela tiver um nome comum, como João Silva, por exemplo.

2. Uso indevido do “control C, control V”

Nada é tão nocivo para a credibilidade de um profissional quanto demonstrar preguiça na confecção do próprio currículo. Uma prova cabal de desinteresse é trazer informações claramente copiadas e coladas em diferentes partes do documento.

Não é raro encontrar currículos com descrições de responsabilidades idênticas nas diversas empresas pela qual o candidato passou. O que se sente nessas repetições preguiçosas é que o profissional não tem cuidado com o recrutador e não está muito interessado na oportunidade.

3. Falhas graves de português ou redação

Erros gramaticais muito grosseiros são imperdoáveis – ainda mais com a profusão de ferramentas tecnológicas que permitem revisar um texto. O mínimo que se deve fazer é passar o corretor ortográfico no documento, para detectar possíveis erros.

Mas não são apenas as infrações à norma culta da língua que decepcionam os recrutadores: o mesmo efeito é provocado por textos mal redigidos, confusos, ambíguos ou incoerentes.

Se você sente dificuldade na hora de escrever, a dica é organizar as informações na forma de lista. Portanto, o  candidato deve usar, em média, de 5 a 10 itens para descrever as suas passagens profissionais e atribuições em cada emprego.

4. Layout extravagante

A não ser que você trabalhe na indústria criativa, é melhor fazer um currículo com visual simples e comedido. Por se tratar de um documento formal, o CV deve ter uma aparência sóbria.

Cores, fontes, logotipos ou imagens em excesso podem minar a atenção e até a paciência do recrutador. Para não errar, aposte em papel branco, poucas cores e fontes clássicas. O conteúdo deve chamar mais atenção do que o formato, por exemplo.

5. Chavões e elogios a si mesmo

Outro problema grave está na prática – muito disseminada – de usar adjetivos desgastados e vazios como “dedicado”, “proativo”, “ágil” ou “perfeccionista” para descrever o próprio comportamento.

Além de nada agregarem ao conteúdo do documento, essas expressões não têm credibilidade alguma. Afinal, autoelogio é como publicidade: fica difícil acreditar piamente se a parte interessada é quem está falando.

6. Tamanho insuficiente ou exagerado

Ainda que um bom currículo deva ser conciso, ele não pode ser curto demais. As principais informações têm que estar presentes – pelo menos para formar um retrato básico de quem é o candidato por trás do documento.

Um currículo com meia página é sucinto demais, mas se passar de cinco laudas também está inadequado. Portanto, o ideal é encontrar um meio termo para a extensão do documento. O princípio básico é simples: nada deve faltar, nem sobrar.

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