Paralisação: Ônibus e trens não circulam em Salvador – Metrô funciona com esquema de segurança

Autor: N1 BAHIA

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Paralisação: Ônibus e trens não circulam em Salvador - Metrô funciona com esquema de segurança
Paralisação: Ônibus e trens não circulam em Salvador – Metrô funciona com esquema de segurança – Foto: Reprodução

Ônibus e trens que integram o transporte público de Salvador não circulam na manhã desta sexta-feira (14/06). Hoje, é dia em que sindicatos organizam paralisações e protestos contra a reforma da Previdência.

O metrô funciona normalmente desde as 5h, conforme informações da CCR, empresa que opera o transporte. O movimento é tranquilo em terminais como o do Acesso Norte, por exemplo.

Segurança no metrô

Equipes de segurança do metrô fazem rondas nos terminais, com o intuito, segundo a CCR, de manter o funcionamento do transporte e a segurança dos passageiros, sem interrupções.

Transporte extra

Ônibus e micro-ônibus do transporte complementar também circulam em diversos pontos da cidade. A Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) informou que montou um “plano de ação” para suprir a demanda de transporte da população diante da falta dos coletivos tradicionais.

Conforme o órgão, 300 micro-ônibus do Sistema de Transporte Especial Complementar (STEC) foram autorizados a operar em roteiros nos grandes corredores da cidade, como Avenida Silveira Martins; Castelo Branco; Cajazeiras; Boca da Mata; Suburbana; Orla e Centro. Tendo como principais destinos as regiões da Lapa; Ribeira; Iguatemi; Pituba e Itaigara.

Portanto, anida para tentar reduzir os efeitos da paralisação, a Semob informou que autorizou a circulação de, pelo menos, 800 veículos do Transporte Escolar e do Transporte Turístico, que estão aptos a atender aos passageiros na cidade, em caráter especial, com valor da tarifa vigente.

Multa

A Semob disse, também, que a paralisação dos rodoviários representa descumprimento de obrigação essencial dos contratos de concessão. Estando as concessionárias sujeitas à multa no valor total de R$ 1.120.000 por cada dia paralisado; dividido entre as três empresas que operam o sistema municipal de transporte.