Garotinha sofre com doença grave “Não aguento vê-la sofrer”

Autor: Simões Filho Online

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“Cada dia que passa me sinto mais triste ao levantar e não poder fazer nada por minha filha – peço a cada um de vocês que me ajuda – eu não aguento mais ver minha filha nesta situação”, esse é o apelo de uma mãe que sente a dor de ver o sofrimento da própria filha.

Maria Eduarda – Foto: Simões Filho Online

Luciene tem uma filha chamada Maria Eduarda. Quando Maria Eduarda nasce, Luciene mal pode conter a felicidade. Até que após dois meses do nascimento ela nota algo estranho no recém-nascido, e a vida deste bebê vira um verdadeiro pesadelo.

A pequena Maria Eduarda, de doze anos, moradora de Simões Filho, na Bahia, nasceu com paralisia cerebral causada por uma lesão. Ela passou da hora de nascer, por isso faltou oxigênio no cérebro provocando a deficiência. Deficiência essa, que faz a garotinha enfrentar uma luta diária – um sofrimento que parece não ter fim.

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Luciene Soares Brandão, de 31 anos é mãe de Maria Eduarda – ela faz um apelo

A mãe, Luciene Soares Brandão, de 31 anos e o pai, Jaílson Pedreira, de 33 anos, recebem um benefício equivalente a um salário mínimo, a única renda da família, já que ambos estão desempregados. Eles contam que têm dificuldades para pagar as contas da casa. Além disso, a criança necessita de alimentos específicos, o que encarece as despesas. Luciene também informou que não consegue mais levar a filha para fazer o tratamento, por conta do tamanho dela, pois, a dificuldade é muito grande por não ter um carro. “Todos os dias eu me dirigia até a Secretária de Saúde de Simões Filho – pedia um carro para levar ela para fazer tratamento, mas, o carro não vinha. Por isso, minha filha parou de fazer o tratamento – não tenho condições de pagar um taxi. Desde dezembro que não levo ela para fazer o tratamento – não temos dinheiro”, desabafa Luciene com muita tristeza.

Sem os movimentos das pernas e dos braços – desde então, Maria Eduarda precisa de uma cadeira especial, que possa se adequar ao corpo dela. Atualmente, ela está sofrendo com uma atrofia na coluna. Desempregados, os pais afirmam quem não tem condições de comprar a cadeira. “Temos um relatório médico que comprova que minha filha precisa de uma cadeira especial, mas, não temos condições financeira para comprar”, completou Luciene.

A expectativa é de que a cadeira especial, que custa R$ 10 mil de acordo com o orçamento feito pela família, ajude Eduarda a ter mais qualidade de vida.

Maria Eduarda é moradora do residencial das Palmeiras, no Bairro da Pitanguinha, em Simões Filho.

Em meio a todo esse desespero, dona Luciene e Jaílson estão em busca de emprego. Mas enquanto isso não acontece, eles apelam para a solidariedade de quem puder ajudar.

Quem puder ajudar Maria Eduarda e sua família pode doar comida, leite, mucilon, fraldas e produtos de higiene pessoal. Para doar qualquer quantia em dinheiro e ajudar a comprar a cadeira especial que custa R$ 10 mil, é possível fazer um depósito bancário pelo Banco Bradesco, em nome de Fabiane Brandão Nogueira: Agência: 3654-4 – Conta Poupança:1001975-3.

O telefone da família para contato é 71 98124-5366

“Se alguém quiser ligar e fazer uma visita para conhecer a minha filha, vou ficar muito feliz também”, concluiu a mãe de de Maria Eduarda.

Fonte: Jerffeson Leone – Simões Filho Online