Escola Parque promove atividades sobre os festejos juninos

Autor: N1 BAHIA

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O mês de junho combina com canjica, pamonha e forró. Também combina com arte, cultura e educação. Por isso, nas escolas da rede estadual, o mês de São João é marcado por diferentes atividades curriculares. No Centro Educacional Carneiro Ribeiro – Escola Parque, no bairro da Caixa D´Água, em Salvador, a programação começou terça-feira (14) e segue até quinta-feira (16). Com o tema “A poesia dos balões”, a ação pedagógica envolve oficinas de arte, dança e teatro, para retratar a tradição da festa junina na Bahia.

A iniciativa também visa integrar a escola e a comunidade do entorno e, nesta terça-feira, a programação foi aberta com o Forró do Projeto Viva Mentes, com a participação dos alunos da terceira idade e das famílias. “A Escola Parque é a minha segunda casa. Desde 2013, venho aqui três vezes na semana para fazer educação física e participar do Grupo Viva Mentes, que me dá muita satisfação e me faz muito feliz fazer as atividades de dança e teatro, junto às amigas. A minha vida, hoje, é uma bênção”, declara a aposentada Dalva Salomão, 73 anos, que fez o ensino regular na escola na década de 50.

Na quinta-feira (16), a partir das 14h, várias atividades irão acontecer no Foyer da escola. A abertura será com o desfile “Arriba a saia Marinetti: um manifesto futurista nas criações de moda da Escola Parque”, sob a coordenação dos professores Cláudio Rebello, Dory, Roberto Magno e João Damapeju.

Já os alunos das oficinas de teatro e de ballet irão apresentar a dança intitulada “Feira do Japão/Liberdade”. Também haverá apresentações de cordel com temáticas juninas, pelos alunos do Núcleo de Informação Comunicação e Conhecimento (NICC), da Escola Parque; de dança de salão; de dança da peneira e de forró universitário. O encerramento será com a banda Juventude Parqueana, com a presença de alunas da oficina de canto.

O diretor da Escola Parque, Gedean Ribeiro, diz que a ação objetiva, ainda, resignificar a comemoração junina com a adequação da tradicional cultura nordestina à contemporaneidade e à realidade dos estudantes. “Por se tratar de uma escola onde valorizamos a cultura, buscamos resignificar saberes e conhecimentos, trazendo para a festa temas como diversidade e inclusão, através de uma programação que contempla a participação de todos os alunos, familiares e comunidade”, ressalta.