Bandidos tocam o terror dentro de colégio e fogem sorrindo na região metropolitana

Autor: Simões Filho Online

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Foto: Simões Filho Online

Criminosos armados levam terror, pânico e medo aos alunos e professores do Colégio Municipal Padre Luiz Palmeira, localizado na Praça 07 de Novembro, próximo a Prefeitura Municipal, no Centro de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). O arrastão que durou poucos minutos, ocorreu na noite desta quinta-feira (16/3).

De acordo com informações enviadas a redação do Simões Filho Online, cerca de quatro homens encapuzados e armados com revolveres e pistolas pularam o muro nos fundos da escola e invadiram a unidade de ensino por volta das 21 horas. Eles escolheram a sala que estava mais cheia para começar o arrastão.

Lá dentro, exigiram todos os pertences e ameaçaram as vítimas. Eles pediram celulares, carteiras, relógios, bolsas, e nem mesmo o batom das meninas deixou de ser levado.

Depois que saíram da sala de aula, ainda fizeram uma arrastão no pátio da unidade educacional. Cerca de 10 minutos depois, os criminosos fugiram dando risada.

Nos últimos anos, o colégio já foi por diversas vezes manchete de notícias negativas.  Morte, incêndios e assaltos já aconteceram  na unidade escolar  e, o que se nota é o medo e o desconforto de professores e estudantes que já não se sentem seguros na sala de aula.

Recentemente, o prefeito de Simões Filho, Diógenes Tolentino – Dinha (PMDB) garantiu que vai fazer o investimento de R$ 5 milhões para transformar a escola em modelo, inclusive com sistema de monitoramento, mas enquanto a situação não é resolvida, quem precisa frequentar o colégio está com medo. “Eu me sinto desprotegido, qualquer um entra e sai na hora que quiser”, lamentou um aluno. Atualmente, a unidade de ensino atende cerca de 1500 alunos em três turnos.

A 22ª Companhia Independente foi acionada para atender a ocorrência e uma viatura esteve no local, mas os criminosos já haviam fugido. Buscas foram feitas na região, mas sem êxito.  Até o fechamento desta matéria ninguém havia sido preso.